PORTA AMALGAMA DE PLÁSTICO DELRIN JON

 

 

O Porta Amálgama de Plástico Delrin da JON é um instrumento clássico da dentística restauradora. Embora o uso do amálgama tenha diminuído com o avanço das resinas, este instrumento continua sendo essencial para profissionais que realizam restaurações metálicas ou para uso em laboratórios e faculdades.

 

O uso do Delrin (um polímero de engenharia de alta performance) em vez do plástico comum é o que garante a qualidade superior deste item.

 

Características e Benefícios

 

Gatilho de Precisão: O mecanismo interno permite a pega da porção de amálgama (após a trituração) e sua inserção direta na cavidade dental com controle total.

 

Bocal Resistente: A ponta (onde o amálgama é carregado) é projetada para resistir ao desgaste abrasivo da liga metálica.

 

Leveza e Ergonomia: Por ser de plástico Delrin, é muito mais leve que as versões totalmente metálicas, reduzindo a fadiga manual em atendimentos longos.

 

Fácil Limpeza: A superfície lisa do polímero dificulta a adesão de resíduos de mercúrio e prata.

 

Principais Aplicações

 


1. Restaurações em Dentes Posteriores (Classe I e II)
É a aplicação principal. O instrumento permite carregar pequenas porções da liga e levá-las com precisão ao fundo da cavidade, facilitando o início da condensação.

 

2. Reconstrução de Núcleos (Build-up)
Em dentes com grande destruição coronária, onde será feito um núcleo de preenchimento em amálgama antes da confecção de uma coroa protética. O porta amálgama ajuda a depositar o material em camadas para que o dentista possa compactá-lo firmemente.

 

3. Uso em Laboratórios Acadêmicos (Dentística Pré-Clínica)
Muito utilizado por estudantes em manequins odontológicos para o aprendizado da técnica de manipulação, inserção e escultura de materiais metálicos.

 

4. Cirurgia Parendodôntica (Retroobturação)
Embora existam porta amálgamas específicos de ponta bem fina para isso, o modelo convencional pode ser usado para levar o material obturador até o ápice radicular em cirurgias onde se opta pelo amálgama (técnica menos comum hoje, mas ainda descrita na literatura).